
Mais um bom blog corporativo: o da Editora Contexto.
Ele é pilotado por Diego Jock, do A Casa do Galo, um dos melhores blogs de publicidade que você pode ler.
Uma das vantagens para uma empresa como a Editora Contexto manter um blog é a possibilidade de gerar conteúdo dinâmico para os visitantes e não só as habituais páginas estáticas.
Conteúdo dinâmico - que sempre se renova - tem a vantagem de provocar o retorno do público, que deixa de ser mero visitante e passa a ser leitor, procurando acompanhar as novidades.
Cada post ou artigo publicado é uma oportunidade de novos links que surge.
É importante que o editor de um blog desse tipo esteja ciente da necessidade de não centralizar os assuntos apenas na empresa, no seu funcionamento e nos seus lançamentos de produtos.
Claro que isso é importante, mas para um blog corporativo atingir seu objetivo - mas apenas se esse objetivo for o envolvimento do leitor e dos outros blogs do setor, coorporativos ou não -, é bacana encontrar o meio termo entre o que acontece dentro e fora da empresa, no seu setor de atuação.
A melhor forma de fazer isso é ligar o universo interno com o externo, mostrando que nada acontece na empresa sem provocar algo em suas vizinhanças. E o caminho inverso também é verdadeiro.
Talvez em algumas áreas seja um dilema desempenhar tal tarefa, uma vez que pode eventualmente ser interpretado como uma possibilidade de erguer a bola da concorrência.
Claro que o objetivo pode ser outro que não atrair leitores, links e acessos. Pode ser simplesmente prestar assistência a clientes, por exemplo, dentre muitas outras possibilidades. Mas aí é outra história.


2 comentários ↓
O objetivo também pode ser apenas vender. Mas acho que esse não é o caso da Contextual.
Colocar a área de marketing para manter um blog corporativo, acredito eu, não dá certo. O usuário já é bombardeado por todos os lados com propaganda, e ainda vai aturá-la inserida no conteúdo? Não mesmo.
Tem razão, Thássius… acho que antes de falar com um cliente, um blog precisa falar com uma pessoa. E o editor, mais do que um vendedor, precisa ser uma pessoa como o leitor… cria mais identidade, mais confiança…
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